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domingo, 29 de maio de 2011

O obturador e os efeitos de exposição

O obturador é um dispositivo mecânico que controla a quantidade de luz penetrante na câmera através de uma "cortina". Ao acionarmos o disparador, o obturador permite que a luz passe e seja captada pelo sensor digital ou pelo filme, por um tempo ajustável. Quanto maior o tempo, mais luz alcançará o elemento sensível.

Este controle de tempo é chamado de "Tempo de exposição" ou "Velocidade do obturador". Habitualmente, os tempos de exposição variam desde segundos a milésimos de segundos, representados por frações. Os tempos mais usuais são:

...4, 2, 1, 1/2, 1/4, 1/8, 1/15, 1/30, 1/60, 1/125, 1/250, 1/500, 1/1000, 1/2000...

Em
câmeras automáticas, a velocidade é controlada automaticamente pela máquina, que mede a intensidade da luz no local e ajusta velocidades suficientes para evitar fotos borradas ou tremidas (ajustando tampém outras variáveis). Já em câmeras manuais, temos total controle sobre a velocidade do obturador, permitindo-nos criar novos efeitos nas fotografias que serão vistos daqui a pouco.

Na maioria das câmeras digitais atuais, existe um recurso que nos possibilita analisar se a exposição de uma foto foi feita de forma
eficaz. Este recurso é chamado de histograma, e mais informações a respeito podem ser encontradas em sua página.

Os efeitos da exposição
Em fotografias noturnas, é possível ver claramente a diferença entre os tempos de exposição escolhidos. Para este tipo de fotografia, longas exposições permitem fotos com muito mais
qualidade.

Preste atenção às seguintes fotos: para a primeira, foi usado uma exposição de 1,6 segundos, enquanto na segunda foi usado 10 segundos, muito mais clara e detalhada.

Tendo controle sobre o tempo de exposição e usando a criatividade, é possível se fazer fotos com os mais variados efeitos. No exemplo a seguir, note a diferença entre as duas velocidades escolhidas. Para a primeira, foi usado uma exposição de 1/4000 segundos, tão rápida que foi capaz de congelar as asas do beijá-flor. Para a segunda, utilizou-se uma velocidade um pouco mais lenta, de 1/250:


Para fotos de água corrente, fotos urbanas e outras situações, os efeitos podem ser maravilhosos! Confira o que é possível fazer com longas exposições:

quinta-feira, 24 de março de 2011

8 presentes para quem gosta de fotografia

Se tem um familiar ou amigo que é apaixonado pela fotografia, ficam aqui 8 sugestões de presentes de Natal apropriados para cada tipo de personalidade fotográfica.




1. Para o apaixonado pela fotografia tradicional
Para quem gosta da fotografia tradicional, especialmente das máquinas fotográficas vintage, das revelações manuais… o ideal é oferecer ou uma máquina fotográfica antiga funcional, que poderá encontrar nas feiras de antiguidades, num site de leilões como o eBay, ou num site especialista de venda de máquinas fotográficas colecionáveis. Antes de comprar uma câmara destas tenha em atenção para se certificar que ela ainda funciona, e que não servirá apenas para museu.

2. Para o high-tech
Para quem gosta de trabalhar digitalmente as fotografais então oferecer um programa de tratamento digital como o Phase One pode ser uma excelente opção. Ótimo para trabalhar fotografias em RAW e para criar boas iluminações. É certamente uma boa opção para quem quer trabalhar fotografias digitalmente.

3. Para o viajante urbano
Para quem viaja, é sempre útil levar consigo uma bateria ou cartão de memória extra, bem como um mini-tripé que seja capaz de segurar a sua câmara fotográfica em qualquer perspetiva. Oferecer um kit ou um destes para quem gosta de viajar será certamente um bom presente de Natal.

4. Para quem quer começar a fotografar
Se a pessoa quer começar a fotografar sem a ajuda dos programas automáticos, então está na hora de ter uma câmara fotográfica digital SLR. Oferecer uma câmara como uma Canon 550 D pode ser uma boa ideia, dado que este modelo costuma vir com kits interessantes que incluem uma lente básica 18-55 e, por vezes, o saco de transporte.

5. Para quem gosta de fotografar as saídas à noite
Se vai oferecer uma câmara a alguém que gosta de mostrar estilo, gosta de tirar umas fotografias em festas… então opte por uma câmara leve e de pequena espessura, uma “point and shoot” com estilo como uma Leica C-Lux com 5X10 cm. Oferecerá o estilo e qualidade que uma máquina destas pode oferecer.

6. Para quem não sabe nada sobre fotografia
Para quem não sabe nada acerca de fotografia, o ideal é começar com uma máquina digital “point and shoot”e ir divertindo-se, experimentando enquadramentos, composições, etc.. Isto para que a pessoa tome um conhecimento divertido com a fotografia e não um choque frontal muito complexo. Oferecer uma câmara digital como a Canon PowerShot S95, é uma boa ideia dentro deste género de prenda de Natal.

7. Para quem quer viajar leve
Para quem não quer abdicar de viajar sem a possibilidade de poder fotografar com uma objectiva jeitosa, uma DSLR de pequenas dimensões com objectivas amovíveis pode ser uma excelente ideia para oferecer. A Sony oferece uma boa opção nestas condições: a Sony NEX-5 que inclui uma objectiva amovível 18-55mm, tudo com metade do peso e da dimensão de uma comum câmara DSLR – excelente para um viajante que não quer levar muito equipamento fotográfico consigo.

8. Para quem quer começar a fotografar em estúdio
Se gostaria de oferecer algo a quem sabe que está a desejar começar fotografia de estúdio, poderá oferecer-lhe um kit de estúdio fotográfico que inclua uma sombrinha com tecido removível para soft light, um refletor e uma cabeça de flash com 500W.

Li aqui

terça-feira, 22 de março de 2011

Iniciando na fotografia

Você é relativamente novo na fotografia e gostaria de fazer suas fotos terem mais qualidade? Então, sem entrar em detalhes técnicos por enquanto, siga algumas dicas que poderão te ajudar!



Você não precisa ter um equipamento de ponta para conseguir boas imagens. Tudo o que você precisa é aprender a extrair o melhor de seu equipamento. Então, aqui vão algumas dicas:


- Nunca use o zoom digital. Desligue-o se você puder.


- Balanço de brancos: especialmente quando você estiver tirando fotos em ambientes internos, tente ajustar você mesmo o balanço de brancos em sua câmera.


- Inicialmente, não use o flash de sua câmera, exceto em casos em que você precise tirar fotos em condições de pouca luz e não consiga tirar fotos nítidas e não borradas sem o seu uso. Com a prática, você encontrará certas situações em que o uso do flash poderá corrigir algumas falhas.




A primeira coisa que você pode perguntar a si mesmo é, do que eu quero tirar uma fotografia? Se tiver algo que você achou interessante ou bonito, pergunte a você mesmo o que isto tem que faz com que você o veja desta maneira. Por exemplo, caso seja uma paisagem, há uma árvore em um lado que chama a atenção de seus olhos, ou as montanhas no horizonte? Ou ambos?
Isto ajuda a identificar os elementos chave que você deseja capturar. Agora, tente preencher sua foto com estas chaves, eliminando todos os elementos desnecessários, que servem apenas para distrair o observador do assunto de interesse.
Vamos supor que você esteja fotografando uma pessoa. Tenha certeza que você está perto o bastante para vê-la claramente, e preste atenção ao fundo... você realmente quer que aquela cadeira apareça? Há alguma coisa distraindo na composição? Talvez você possa se mover ou mudar sua posição para escondê-la.


Fonte de luz


A seguir, considere sua fonte de luz. Mantenha em sua mente que, a não ser que você queira fotografar uma silhueta, você irá quase sempre ter os melhores resultados com a fonte de luz atrás de você. Use isto para te ajudar a escolher um ponto de vista, sempre evitando tirar fotos com a fonte de luz à sua frente. Não é uma má idéia voltar ao local em outra hora do dia, caso seja necessário.
Outro aspecto importante da iluminação são as sombras. Olhe atentamente para a pessoa que você está tirando uma foto, para ver se há sombras em seu rosto. Caso haja, tente mover a pessoa para outra posição em que não haja mais. O mesmo vale para outros tipos de foto, como de arquitetura. Volte mais tarde ao local caso haja alguma sombra interferindo.


Foco
Para ter certeza que o seu assunto principal está sempre bem focalizado, deixe sua câmera em pré-foco antes de tirar a foto. Na maioria das câmeras, você pressiona e segurando o botão disparador até a metade, e espera que a câmera pegue o foco. Tenha certeza que o foco está sobre o seu assunto principal, e depois pressione o botão até o final para tirar a foto.



Como escolher sua maquina fotográfica?:

Escolher uma câmera, principalmente para quem está entrando no mundo fotografia e procura por seu primeiro equipamento, não é uma tarefa fácil. Para quem quer fazer a escolha certa, tal decisão exige um bom tempo dedicado a comparações, pesquisas e observação de comentários dados por usuários dos mais diversos modelos de câmeras disponíveis no mercado.
Erroneamente, milhares de consumidores usam como referência a quantidade de megapixel que o equipamento possui para determinar sua qualidade.
A escolha da câmera ideal vai depender de diversos fatores. Então, siga estas dicas  que podem te ajudar a tomar a melhor decisão:


Qual o seu objetivo com a máquina?
Se você deseja usar sua câmera somente para fotografar viagens, festas de família ou outros casos em que você não precisa do controle controle manual e deseja apenas apontar e disparar, procure por um equipamento mais simples, como as compactas.
Já se você for um amante da fotografia ou está começando a aprender, e busca ter o controle total sobre o resultado final da imagem, procure por câmera mais avançadas, como as DSLR, que possibilitam a troca das lentes(objetivas), ou até mesmo uma câmera intermediária, as Bridge, que falaremos logo abaixo.


Quanto dinheiro você está disposto a gastar?
Este é um dos fatores que mais deve ser levado em consideração. Para quem procura uma DSLR, a compra de novas lentes é muito importante - e dificilmente você vai se contentar em utilizar para sempre somente a lente do kit (que acompanha a máquina). Estas costumam ser lentes bacanas, mas que deixam a desejar quando o assunto é nitidez. Por isso, além de gastar dinheiro com sua câmera, você terá que prever outros gastos futuros, não apenas com lentes, mas com outros acessórios como filtros, flashs, etc.
No mercado existem diversas linhas, desde as DSLR mais simples e baratas (chamadas de entrada), até as mais avançadas e caras. Se você está começando agora e não tiver condições muito boas, mas mesmo assim deseja comprar uma DSLR, procure pelos modelos mais baratos (como Canon T1i, Canon XSi, Nikon D60, Nikon D5000, etc).





Assim você economizará na compra da câmera e terá mais condições de comprar uma lente melhor. Estas são a alma da fotografia, ou seja, são os componentes que mais influenciam na qualidade de uma foto (desta forma, uma câmera de R$2.000,00 com lentes de boa qualidade conseguiria melhores imagens que uma de R$30.000,00 com lentes ruins). Mas atenção: quando falo em "melhores imagens", me refiro à nitidez, cor, distorções e outros aspectos como este. A verdadeira qualidade estética de uma foto só depende do fotógrafo por trás da máquina!
Não hesite: se você deseja se profissionalizar, a não ser que você tenha dinheiro sobrando, comece pelos modelos mais simples e/ou usadas e vá evoluindo com o tempo na compra de equipamentos melhores. Comece com o equipamento que caiba em seu orçamento e permita fazer o que você precisa: para trabalhar em eventos, por exemplo, você vai necessitar de lentes 'claras' e de um flash externo. 
Se dinheiro não é problema... aí é com você... compre modelos super avançados e profissionais, como uma Canon 1D Mark III e seja feliz! 



Ainda na dúvida?
Então confira alguns pontos positivos e negativos das DSLR e das compactas:
DSLR: Pontos positivos
Qualidade de imagem - Devido às grandes dimensões dos sensores de imagem das DSLR, estas geram muito menos ruído nas fotos se comparadas às compactas. Assim, somos capazes de utilizar altos valores de ISO sem haver tanto comprometimento à qualidade final da foto, possibilitando também o uso de tempos de exposição menores.
Adaptabilidade - A capacidade de troca de lentes abre um mundo de possibilidades: dependendo do que estou fotografando, posso utilizar lentes que vão desde uma grande angular até uma tele de longo alcance. Adicione a isto um grande leque de outros acessórios (flashes, filtros, etc) e você verá que uma DSLR pode ser adaptativa a diversas situações.
Velocidade - DSLR são máquinas muito rápidas quando se trata de assuntos como inicialização, foco, atraso do obturador, etc.
Controles manuais - Embora alguns modelos compactos também ofereçam algum tipo de controle manual, as DSLR lhe dão o total controle sobre o resultado final da foto.
Mantém seu valor - As DSLR mantém seu valor no mercado por muito mais tempo, pois não são atualizadas tão frequentemente quanto as compactas (que às vezes podem ser atualizadas duas vezes por ano). Além disso, as lentes que você comprar para câmera atual serão compatíveis com outros modelos, caso você faça um upgrade futuramente (desde que sejam da mesma marca). Ou seja, seu investimeno em lentes não é um desperdício ao longo dos anos.
DSLR: Pontos negativos
Preço - Geralmente são muito mais caras que as compactas, até mesmo os modelos de entrada (como Canon T2i, Nikon D5000), que são as mais baratas.
Tamanho e peso - Por terem tamanhos maiores, chamam muita atenção das pessoas em volta. Por este motivo, pode ser mais vantajoso utilizar uma compacta em determinadas situações. Além disto, por serem mais pesadas, carregá-las por muito tempo incomodar, principalmente para quem anda com outras lentes na mochila.
Complexibilidade - Como são projetadas para o uso manual, isto significa que você deve saber como usar as ferramentas que lhe oferecem. À primeira vista, para quem nunca teve contato com este tipo de câmera, tirar uma simples foto pode parecer uma tarefa impossível. Mas com a prática e o aprendizado, este fator deixa de ser um ponto negativo.
LCD sem "Live View" - Em muitas DSLR, o único meio de enquadrar a foto é através do viewfinder. Algumas pessoas preferem usar o LCD para esta tarefa, como nas compactas. Mas ultimamente os novos modelos estão incorporando este fator, de modo que você pode escolher entre enquadrar pelo viewfinder ou pelo LCD. Mas lembre-se: ao tirar uma foto utilizando-se o viewfinder, o modo com que seguramos a câmera naturalmente nos permite mantê-la mais firme, diminuindo muito as chances de se obter fotos tremidas.




Compactas: Pontos positivos
Tamanho e peso - Ser capaz de esconder uma câmera no bolso é uma característica muito boa! Com modelos cada vez mais finos e pequenos, isso é ótimo para diversas situações.
Operação silenciosa - Ao contrário das DSLR, que fazem bastante barulho ao tirar uma foto devido ao funcionamento de seu mecanismo interno, as compactas são extremamante silenciosas, de forma que as pessoas ao seu redor nem percebam que uma foto foi tirada.
Preço - Em termos gerais, as compactas são as câmeras mais baratas. Claro, você pode obter tops de linha por um preço tão alto quanto de uma DSLR, mas a maioria está numa faixa de preço muito mais acessível.
Comptactas: Pontos negativos
Qualidade de imagem - As compactas têm sensores de imagem pequenos, o que significa que a qualidade do que produzem é geralmente mais baixa. Isso está mudando lentamente em alguns pontos, mas em comparação com as DSLR, elas ainda têm um longo caminho a percorrer. Entretanto, vale a pena dizer que se você não deseja fazer grandes ampliações importantes ou aplicações profissionais, a qualidade de imagem das compactas pode ser o suficiente.
Velocidade - As compactas sempre foram conhecidas pela sua lentidão, especialmente seu atraso do obturador (o tempo entre pressionar o botão e o momento em que a foto é tirada) e sua focalizaçao. Isto também está mudando com seu avanço, mas ainda não há aquela rapidez de uma DSLR.
A dependência do LCD - A maioria das compactas depende exclusivamente do LCD para o enquadramento da foto, enquanto alguns preferem usar um viewfinder. Alguns modelos possuem um pequeno viewfinder, mas que por não captarem a luz diretamente da lente, mostram um enquadramento totalmente diferente ao da foto.
Controles manuais limitados - A maioria dos modelos somente operam de forma totalmente automática, enquanto alguns trazem a possibilidade de se controlar alguns fatores, como tempo de exposição ou abertura do diafragma. Mas estes ajustes são muito limitados.
Menos adaptáveis - O que você compra hoje é o que você estará preso a usar por anos. Alguns modelos dão suporte a adaptadores de lentes para maiores ângulos ou zooms maiores, mas a grande maioria das pessoas nem fazem uso destes acessórios.


Então qual tipo de câmera devo comprar?
Esta é basicamente uma questão que você deve responder para si mesmo. O ideal é que você tenha tanto uma compacta quanto uma DSLR (se tiver condições), uma para cada tipo de situação. Uma outra alternativa seriam as câmera Bridge..


As câmera Bridge - modelos intermediários
Se você é um entusiasta e procura uma boa câmera que te permita ter controle manual sobre as fotos, mas não deseja gastar dinheiro mais futuramente na compra de lentes e outros acessórios, esta pode ser uma ótima opção.
As câmera Bridge representam uma transição entre as compactas e as DSLR. Elas não permitem a troca de lentes, mas normalmente sua lente fixa dispõe de um zoom incrível, com modelos de até 20X, sendo muito versáteis! Geralmente oferecem controles manuais completos, similares às DSLR, exceto um range menor de sensibilidade ISO devido ao menor tamanho de seu sensor de imagem. Em tamanho e peso, são comparáveis às menores DSLR.
Um modelo bastante conhecido é a Canon PowerShot SX20IS sucessora da SX10IS. Com recursos bacanas, e com um super-zoom de 20X, ela pode ser encontrada na média de R$1.300,00.
Outros modelos populares são a Sony Cybershot H50, a Sony DSC-HX1, Fufifilm Hs10, Fujifilm S200, entre diversos outros, incluinda da Kodak e Olimpus.
fonte: fotografiaonline.xpg.com

Como Fotografar Cães?

          Animais e animais.... são varios tipos, cachorros, gatos, peixes, animais silvestres. Cada um com suas individualidades e diferentes formas de agir. Dicas para fotografar gatos, nao valem para para fotografar seu cãozinho.
          Além de fotógrafo sou apaixonado por animais, cachorros principalmente, sou criador de APBT - American Pit Bull Terrier.
Saibam que fotografar animais, não é tarefa fácil nem para nós fotografos profissionais, fotografar animais requer amor por eles e muita paciência.
  • Para fotografar qualquer tema exige Luz... Fotografar animais em dias nublado é uma boa pedida, além das horas matinais que são fantásticas para fotografar tanto animais quanto pessoas. Matinais mesmo.. 6 horas da manha quando o sol  começa aparecer. Isso porque a luz desse horario é mais suave e mais "maleável". Numa linguagem menos teórica a luz matutina é uniforme, e não tem muitas variações. Te dá mais liberdade para escolher um "plano de fundo".
  • Leve seu cão a um lugar que ele nunca foi, o cachorro adora novidade. Novos ambientes estimula o cão.
  • Nao alimente o cão na noite anterior, para que você possa envolvê-lo com algum petisco no dia do ensaio.
  • Não esqueca de dar um banho no cão no dia anterior, e claro dê uma boa escovada no pêlo.
  • Procure sobre a raça na internet, para saber qual a postura correta.
  • Leve alguem que tenha intimidade com seu cãozinho.
  • Procure nao estressar o "modelo".
  • Muito importante - meu cachorro prefere uma bolinha do que um pedaço de picanha - leve seu brinquedo predileto, caso ele nao ligue para o petisco.
  • Fique sempre na altura do cão para fotografa-lo. (apesar de que outros angulos, dependendo da raça, pode ser interessante e até "bonitinho")
  • Posicione-se para as açoes do "modelo", para que nao perca os melhores lances. Seja paciente para o momento ideal e não economize os cliques.
  • Não ultrapasse 30 min, com certeza vai estressar o animal.. Deixe o animal descansar e deliciar com algum petisco.
Admiro muito o trabalho do Johnny, excelente fotógrafo nessa area. Confira tambem algumas fotos no meu site.
Boa sorte e boas fotos!!!

Links com outras Dicas para fotografar animais

http://www.webanimal.com.br/cao/index2.asp?menu=fotografo_animais.htm

http://www.baixaki.com.br/tecnologia/9188-fotografia-como-fotografar-animais-de-estimacao.htm


Aquiles - meu cachorro que amooooo

saiba comprar a maquina fotográfica perfeita para voce

segunda-feira, 21 de março de 2011

Dicas para fotografar o pôr do sol

Um dos temas mais explorados na fotografia, é o Pôr do Sol, e não é para menos: acontece todos os dias, em todos os lugares, é um dos mais belos espetáculos da natureza e, mesmo sendo tão “comum”, nunca acontece exatamente da mesma maneira. Fotografar o pôr do sol, na verdade, é fácil, não tem muito segredo. Vamos falar de dicas bem simples que podem fazer diferença nos pequenos detalhes e ajudar a dar um tom mais dramático e impressionante às suas fotos.

O espetáculo acontece diariamente e é possível conseguir uma boa foto todos os dias, mas aquela foto, de fazer cair o queixo, pode depender de alguns fatores como: estar pronto no momento certo, acertar o enquadramento e a exposição para o efeito desejado antes que a luz mude – lembre-se: durante o pôr do sol, um ou dois minutos podem fazer toda a diferença – e, ainda, as condições do local, da época do ano, do clima, das nuvens, da umidade e da poeira no ar. Sim, os fatores naturais influenciam bastante, por exemplo, nas cores do céu e na incidência dos raios solares.
Então, como tirar o melhor proveito desta hora do dia?

Tentando exposições sucessivas

Cores apagadas, fotos muito claras ou muito escuras estão entre as principais reclamações entre os iniciantes quando o assunto é fotografar o pôr do sol. E “qual exposição usar?” ou “quais configurações devo escolher?” são perguntas que ouço com mais frequência. A resposta? Bem… não dá para dizer que existe uma única exposição correta, já que, para cada situação há uma infinidade de variáveis e toda uma faixa de exposições que poderá trazer bons resultados.
A raiz das dificuldades neste tipo de fotografia parece ser mesmo a questão da fotometria. Se você não está muito familiarizado com o termo, não se preocupe, em breve teremos aqui alguns artigos abordando este assunto, por enquanto basta saber que fotometria nada mais é do que a medição da luz.
A maior parte das câmeras já tem um fotômetro integrado. O que acontece é que a luz do sol é muito intensa e apontar a câmera diretamente para ele fará com que a medição da luz seja equivocada, daí a necessidade do fotógrafo procurar alternativas para contornar o problema.
Um truque muito utilizado é fazer uma medição prévia da luz nas áreas adjacentes ao sol: aponte a câmera para uma área do céu sem incluir o sol na cena e aperte o botão até a metade (do jeito que costuma fazer para focar um objeto), depois, mantendo o botão meio pressionado, movimente a câmera para o enquadramento desejado e bata a foto. Dessa maneira a medição da luz será feita de maneira mais uniforme e os detalhes do céus não serão perdidos. No geral o truque funciona bem, especialmente com as câmeras compactas que não oferecem muito controle sobre a medição da luz.
Uma outra boa tentativa é utilizar a técnica de bracketing de exposição, que consiste, basicamente, em fazer a “mesma” foto utilizando diferentes exposições partindo daquela sugerida pelo fotômetro. A ideia é que você possa escolher, dentre os resultados conseguidos, aquela que mais lhe agradar e não ficar perdendo muito tempo com tentativa e erro. Você pode utilizar essas fotos para comparar e identificar qual exposição foi utilizada em cada uma delas e com um pouco de treino ter mais segurança para selecionar, você mesmo, suas preferidas.
Exemplo de fotos tiradas com a técnica de bracketing:
As 3 Fotos: Luma Kimura @ Flickr
 Bracketing de exposição: de cima para baixo, compensação de +1, 0 e -1
Fotos: Luma Kimura @ Flickr
As fotos acima foram tiradas maquina compacta (uma Sony Cybershot DSC-W200) utilizando o modo contínuo de 3 fotos, com compensação de exposição definidas em +1, 0 e -1, sendo:

0: a exposição sugerida pelo fotômetro da câmera
+1: um ponto mais claro
-1: um ponto mais escuro

Para saber se é possível fazer isso automaticamente com a sua câmera, procure pelos termos “modo contínuo”, “continuous shooting mode”, “burst mode”, “bracketing”, “compensação da exposição”, “exposure compensation”, “valores de exposição”, “EV (exposure values)”, no menu de opções ou no manual de instruções. As opções variam conforme a câmera, por isso fica difícil mostrar aqui um passo a passo, mas se estiver tendo dificuldades, deixe um comentário ou mande uma mensagem dizendo qual é a a marca e o modelo da câmera que nós tentaremos ajudar. ;)

 

 

 

Compondo a cena

Fotos do pôr do sol podem ficar com visual de wallpapers abstratos se você não trabalhar um pouquinho a composição da cena. Se a sua intenção é justamente esta, ótimo! Nada mais a acrescentar. ;)
Agora, se você pretende criar uma imagem que represente um cenário, é legal incluir elementos do ambiente no enquadramento. Os prédios, as montanhas, o mar, uma árvore ou as pessoas, por exemplo, vão dar mais vida, coerência e gerar um contexto para aquele momento. Brinque com estes objetos, utilize-os como molduras deixando-os nos cantos da foto, aproveite as silhuetas, as sombras, as tonalidades. Tire proveito das nuvens, elas acrescentam cor, textura e até “movimento” às fotos.




 
Outro ponto é prestar atenção ao alinhamento do horizonte. Uma dica simples e aparentemente boba, mas que pode arruinar uma foto se não observada. E acredite: muita gente se esquece de observar o alinhamento da foto. Quer ousar e fotografar um ângulo diferente? Então ouse! Mas não deixe margem para dúvidas, quem olhar para sua foto deve saber que foi esta a intenção e não uma desatenção ou um tiro mal dado.

Procure evitar enquadramentos centralizados. É claro que existem situações em que fazer isso propositalmente vai resultar em uma foto interessante, mas, no geral, fotografar o sol bem no centro da foto ou a linha do horizonte “cortando” a cena ao meio, deixa o conjunto desequilibrado e desconfortável.
No mais, fotografar o pôr do sol não significa fotografar somente o sol. Aproveite a luz deste horário para testar uma iluminação diferente sobre outros objetos, brinque com as sombras, use o pôr do sol como fundo, procure reflexos


Cuidados

Quando falamos em fotografar um “objeto” de luminosidade tão intensa como o sol, é imprescindível pensar em alguns cuidados:
Manter o olhar fixo no sol é perigoso para seus olhos. Ok, esta não é uma novidade, nem se aplica somente ao momento fotográfico, mas é bom ter a consciência de que o problema pode ser ainda mais grave se você estiver fazendo isso através de lentes longas (teleobjetivas) ou utilizando o zoom, pois elas funcionarão como um telescópio, ampliando a intensidade dos raios de luz diretamente para sua retina. Então: evite olhar diretamente para o sol até que ele já esteja na linha do horizonte e a luz esteja mais suave.
Você usa uma câmera digital? O cuidado deve ser o mesmo ao apontar sua câmera diretamente para o sol, mesmo que você visualize a cena somente através do visor LCD, pois o sol pode danificar o sensor de imagem do seu equipamento. Já ouvi controvérsias a respeito disso, há quem diga que não é verdade que a luz muito intensa possa danificar o sensor, mas pense comigo: este é um componente muito delicado, uma das partes mais importantes da câmera digital, já que é ele quem capta a imagem, na dúvida, não custa nada se precaver, certo?


E o nascer do sol?

Pois é, eu diria que a grande dificuldade de fotografar o nascer do sol é estar acordado nesse momento! :P
Dificuldades em deixar a cama tão cedo à parte, eu diria que a experiência pode ser ainda mais recompensadora do que a de um pôr do sol, os primeiros raios solares do dia possuem uma energia inigualável e presenciar este momento é algo revitalizante!
Tecnicamente falando, fotografar o nascer do sol não difere muito do que já falamos aqui, o que acontece é apenas a inversão do "ciclo" da luz, que vai aumentando ao invés de diminuir, e a captação das cores que tende a tons mais suaves uma vez que durante a noite as partículas de poeira se assentam, deixando o ar mais limpo pela manhã. Dependendo da sua localização geográfica, a névoa da manhã também pode criar um clima magnífico, aproveite-a!
Por fim: não exagere na preocupação com os aspectos técnicos da fotografia a ponto de perder a magia do momento. Fotografia também é feita de emoção. Sinta o ambiente, lembre-se de respirar, de observar e admirar. O nascer e o pôr do sol são belos momentos do dia que merecem, sem dúvida alguma, ser apreciados.

Pesquisa e referências:

domingo, 20 de março de 2011

Como fotografar em contraluz e deixar as fotos com um ar mais dramático



Imagens de silhuetas demonstram o quão interessante pode ser quebrar as “regras” da fotografia ocasionalmente. É relativamente fácil fotografar silhuetas em contraluz – muitos fotógrafos novatos fazem isso o tempo todo. Eles apenas não fazem sempre de propósito.

Aproveite a iluminação natural do outono, quando os raios solares costumam incidir de forma mais inclinada e consequentemente proporcionam um melhor ambiente para fotos em contraluz.

Escolha o objeto idealO que você deve registrar como silhueta? Se as condições de luz estiverem boas, você pode transformar praticamente qualquer objeto em silhueta, mas nem todo objeto terá uma boa aparência como uma sombra. Lembre-se que uma silhueta não tem muitos detalhes – são apenas traços preenchidos pela sombra.

Consequentemente, você deve procurar por objetos que possuam formas marcantes e de fácil reconhecimento. Um objeto complexo pode não funcionar, especialmente se você precisar ver detalhes para entender o que significa.

Configure sua câmera
Você pode obter bons resultados com qualquer câmera e qualquer tipo de controle de exposição. Primeiramente, desligue o flash da câmera, pois você não quer nenhum tipo de luz atrapalhando sua composição. Em seguida, ajuste o modo de exposição. Não há necessidade de ficar configurando muitas coisas também; você pode deixar sua câmera no modo automático.

Porém, o ideal seria tirar o melhor proveito da função exposição de sua câmera. Como alguns sabem, virtualmente todas as câmeras digitais ajustam a exposição quando o botão do obturador é pressionado pela metade. Isto permite que você aponte a câmera onde quer que a mesma meça a exposição e então fique “livre” para arrumar a composição da foto.

Mas e se sua câmera não possuir uma função de exposição? Então você pode tentar usar o compensador de exposição. Tire uma foto normalmente, mas ajuste a compensação da exposição da câmera (geralmente abreviada como EV) para -2 ou -3. Isto deixará a foto subexposta, deixando o objeto mais escuro. Será necessário você fazer alguns testes variando o EV até conseguir o resultado esperado.

Mantenha o foco no objeto
Claro, você também quer manter o foco e, para melhores resultados, o ideal é deixar o objeto o mais nítido possível. Se o seu objeto estiver longe o suficiente, não haverá problema, pois quando a exposição for ajustada com o fundo de luz, ela deixará o foco como infinito e você terá boas imagens. Mas se o objeto estiver muito próximo, ele estará em um alcance focal diferente do background, e sua silhueta ficará borrada.

A solução? Verifique no manual da sua câmera se existe alguma forma de selecionar a exposição e o foco separadamente. Se tiver, use esse modo para evitar que o foco busque apenas o background quando você ajustar a exposição.

Se isso não for possível, mude a configuração de sua câmera para foco manual e defina a focagem do objeto você mesmo. Pode não ser tão conveniente quanto uma focagem automática, mas fará uma grande diferença em sua foto.

Em ação

Agora é hora de colocar tudo isso em prática. A melhor forma de começar a fotografar uma silhueta em contraluz é posicionar-se corretamente, para que o objeto fique entre você e o fundo iluminado, como o céu ou luzes artificiais.

Aponte a câmera diretamente para a parte mais iluminada da cena e pressione pela metade o botão do obturador, para que a mesma ajuste a exposição.

Então, enquanto segura o botão do obturador pela metade, recomponha sua imagem e fotografe. Se tudo correr bem, você terá a sombra de um objeto, já que a exposição foi calculada com base no background mais claro.
Mas se o seu objeto não ficou muito bem demarcado, você pode tentar novamente dessa vez subexpondo ainda mais a imagem, utilizando o controle de exposição compensada de sua câmera.

sexta-feira, 18 de março de 2011

40 dicas sobre fotografia

          Saiba como escolher o modelo ideal e aprenda alguns truques para melhorar a qualidade das fotos antes de publicar seu álbum na web, ou até mesmo apenas para o seu PC.
          Segundo um levantamento da Photo Marketing Association (PMA), a fotografia digital já é quase um produto de massa nos Estados Unidos, onde está presente em 20% das residências. As câmeras digitais não param de avançar sobre as similares convencionais: 16% das digitais compradas em 2002 substituíram câmeras de filme. E como 40% dos modelos vendidos tem 3 megapixels ou mais, a demanda por impressões cresceu junto. Os laboratórios comerciais imprimiram 700 mil fotos convencionais a menos, enquanto as impressões digitais aumentaram em 1,3 milhão. Se você ainda tem dúvidas sobre o assunto, chegou a hora de esclarecê-las!

1) Na hora de escolher uma câmera, pense qual será sua utilização. Se quiser imprimir as fotos, opte por uma câmera com resolução de, no mínimo, 2 megapixels (as melhores amadoras chegam a 5 MP). Se for usar as fotos apenas para a Web, a resolução pode ser mais baixa.
2) Não se deixe enganar pelo zoom: o que vale é o zoom ótico, por isso procure saber o quanto ele aproxima. O zoom digital é útil em determinadas circunstâncias, mas lembre-se que sua aproximação envolve perda de qualidade.
3) Invista em memória extra. Geralmente, as câmeras vêm acompanhadas de um cartão “pequeno”. Gaste um pouco mais para adquirir um cartão de no mínimo 64 MB para não ter que se preocupar com falta de espaço.
4) Os cartões mais usados são dos padrões CompactFlash e SmartMedia, além dos Memory Stick, da Sony, Secure Digital e MMC. O CompactFlash já existe em capacidades muito maiores do que os demais e costuma ser mais barato.
5) Algumas câmeras aceitam lentes, ou conversores, como grande-angulares (à direita) e teles. Se o uso desses acessórios interessar, procure saber quais modelos os aceitam e que lentes compatíveis existem no mercado.
6) Algumas digitais têm entrada para flash externo (que são melhores que os embutidos) e muitas permitem o ajuste manual de compensação de exposição. Fique atento a esses detalhes se quiser um equipamento de primeira!
7) Fotografar com pouca luz ou com zoom muito grande fica bem mais fácil com o uso de um tripé. Como as câmeras digitais costumam ser muito leves, vale colocar um peso (como a sua bolsa) no centro do tripé para estabilizá-lo.
8) Na fotografia digital, a bateria costuma acabar muito antes do “filme”. Compre pelo menos uma extra. As melhores são as de NiMH. Opte por elas mesmo que a câmera use pilhas comuns (compre recarregáveis, como essas à direita).
9) Algumas baterias são carregadas na própria câmera, através de um adaptador AC. Esse tipo de bateria demora bem mais para carregar do que as que possuem um carregador separado e impedem a utilização da câmera.
10) Para economizar bateria, evite usar o monitor LCD, que gasta muita energia, e use o visor ótico (se a câmera tiver um). O flash também deve ser evitado ou substituído pelo externo, com bateria própria.
11) Tome cuidado com o calor e a umidade excessivos. As digitais são mais sensíveis que as tradicionais. Em lugares muito frios, o problema é a duração reduzida da bateria. Aquecê-la dentro do casaco ajuda.
12) Procure uma câmera que tenha buffer, que permite tirar fotografias durante o processamento da foto anterior (geralmente as câmeras digitais exigem um intervalo de tempo entre um clique e outro).

13) Para evitar o atraso entre o apertar o botão e a captura da foto, muitas câmeras podem ser pré-focalizadas com um leve toque no disparador. Mantenha-o pressionado e termine de apertar só na hora exata.
14) As câmeras geralmente têm ajuste automático e manual de flash, exposição e sensibilidade (ISO). Não se prenda ao automático. Teste diversas situações, com diferentes ajustes. Afinal, você não gasta filme!
15) Algumas câmeras têm monitores LCD giratórios ou articulados que permitem sua utilização em ângulos pouco convencionais. Se a sua for uma delas, experimente tirar fotos do alto ou próximas ao chão.
16) Outra vantagem do monitor LCD é o enquadramento exato. Nos visores óticos das câmeras amadoras o enquadramento é apenas aproximado e detalhes como foco e luminosidade são desprezados.
17) O visor LCD também serve para ver as fotos que você tirou. Algumas câmeras ainda mostram informações sobre a foto e têm recurso de zoom para ampliar detalhes da imagem, ótimo para verificar se ela está em foco ou não.
18) Se você quiser conferir os ajustes usados para tirar determinada foto, verifique se o programa de gerenciamento que veio com ela permite a visualização das informações EXIF no computador.

19) As câmeras vêm com um software para transferência das fotos para o micro; além de duas opções de cabos: serial e USB. Se o seu PC tiver entrada USB, nem tente transferir as fotos pela (leeeenta) porta serial.
20) A melhor opção na hora da transferência são os leitores de cartão de memória, vendidos separadamente. Não tem nada mais rápido e simples de usar e ainda economizam a bateria da câmera!

21) As digitais de nível profissional, conhecidas como DSLRs, estão cada vez mais baratas (ou menos caras). Já é possível encontrar modelos de 6 MP a partir de US$ 1,4 mil nos Estados Unidos.
22) Ao partir para uma DSLR, no entanto, é bom lembrar que as lentes são vendidas separadamente e chegam a custar mais do que a câmera. É coisa para profissional ou para quem leva o hobby a sério.

23) Chegou a hora de editar as fotos! O programa mais usado pelos profissionais é o Photoshop (http://www.adobe.com.br), mas alternativas como o PaintShop Pro (http://www.jasc.com) e o PhotoShop Elements são bem mais acessíveis.
24) Não acertou no enquadramento? Siga o exemplo acima e corte a foto com a aproximação que desejar, mas sem deixar que ela perca sua qualidade. Se decidir enfatizar apenas um detalhe, uma câmera com resolução maior faz diferença.
25) Um jeito simples de conferir se a qualidade foi alterada: na hora do corte, a foto tem que diminuir ou permanecer do mesmo tamanho. Para não errar, não estipule a resolução da imagem e veja se o valor final ficará muito abaixo do original.

26) Caso a dimensão da imagem aumente na hora do corte, significa que o programa inventou pixels através de uma técnica chamada interpolação para atingir a resolução recomendada. A qualidade, obviamente, não será a mesma (a foto fica pixelada).
27) Para cortar as imagens segundo o padrão da fotografia convencional, estipule as dimensões para sua foto em 10×15 cm. Lembre-se de que sempre é possível imprimir em outros tamanhos e proporções (o popular 3x4cm, por exemplo).
28) Você também consegue melhorar bastante as tonalidades de sua fotografia com a ferramenta Levels, mesmo usando apenas o modo automático. Outra ferramenta para melhorar a tonalidade e a claridade é o brightness/contrast.

29) As funções de remoção de olhos vermelhos dos softwares nem sempre funcionam bem. Use com cuidado e em casos realmente necessários. O melhor é prevenir com o redutor de olhos vermelhos da câmera ou, se possível, um flash externo.
30) Uma das opções de renderização é a ferramenta Lens Flare, que permite colocar luz em certos locais. Na imagem abaixo, por exemplo, colocamos um sol falso, como uma das diferentes formas de iluminação disponíveis.
31) Fotos desfocadas podem melhorar um pouco usando as funções sharpen e unsharp mask. Essas funções tornam as fotos mais definidas. Mas não abuse desse recurso ou suas fotos vão ficar pixeladas. Para desfocá-las, use o Gaussian Blur.
32) Além do sharpen, existem diversos outros filtros que produzem efeitos especiais em suas fotos. O ideal é tirar um tempo para testá-los um a um, criando efeitos como distorção e mosaico. Também é possível baixar mais filtros pela Web.

33) Alguns softwares aceitam a definição de “ações”, conjuntos de procedimentos automatizados para se obter determinado efeito. Elas também podem ser baixadas na Internet: basta fazer uma busca por “Photoshop actions”, por exemplo.
34) Evite o formato JPEG enquanto estiver trabalhando as fotos, pois cada vez que salvá-las estará perdendo um pouco de detalhe, já que a compressão usada degrada a imagem. Prefira os formatos TIFF ou PSD durante a edição, pois são considerados “lossless”, ou sem perda. Depois da edição, salve sua imagem como um arquivo JPEG e compressão média ou alta (mas nunca máxima, que não vale à pena). Este arquivo produz fotos com boa resolução com um tamanho relativamente pequeno e pouca perda, além de ser ideal para a Internet.
35) Imprimir em casa não é uma opção barata. Prefira serviços de impressão de fotos digital, como o e-Fotos (http://www.e-fotos.com.br)ou o PlanetFoto (http://www.planetfoto.com), que garantem impressão com qualidade fotográfica a preços razoáveis.
36) Se quiser imprimir em casa, procure ter uma impressora de alta resolução e com seis cores de tinta, melhores que os de quatro. Os modelos com visor digital e entrada para cartão digital, que dispensam o computador, já começam a chegar ao Brasil.
37) Outro detalhe importante é a qualidade do papel fotográfico. O ideal seria testar alguns dos melhores fabricantes para ver qual se adapta melhor à sua impressora ou usar o papel da mesma marca da impressora, de compatibilidade garantida.
38) Organize álbuns digitais. Algumas opções são os sites Álbum Digital (http://www.albumdigital.com.br), Yahoo! Fotos (http://br.photos.yahoo.com) e e-Fotos, além dos fotologs (crie uma conta em um serviço de blog ou em sites como Fotolog.net).

39) O que aparece na sua tela não é necessariamente o que os seus amigos verão nas deles e muito menos o que sairá na impressão. Para calibrar o monitor, siga as instruções em
http://www.emanuel-marques.com/conteudos/calibr-monitor.html.
40) Guarde um CD de back-up das fotos originais sempre atualizado, de preferência em outro endereço físico. Falhas de hardware são mais comuns do que pensamos e suas recordações digitais provavelmente são insubstituíveis.


fonte:http://www.artemagnetica.com.br/40-dicas-sobre-fotografia-digital.html

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