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segunda-feira, 18 de julho de 2011

Dicas para se tirar retratos

Dicas para se tirar retratos

 Alguns dos melhores retratos possuem o olhar do fotografado completamente confortável, como se não estivessem olhando para a câmera. Geralmente, quando as pessoas tentam sorrir ou fazer alguma pose, se parecem muito artificiais.

    O principal objetivo é capturar a essência do retratado. Algumas pessoas têm algumas técnicas para fazer isto. Uma boa idéia é bater uma foto no momento em que a pessoa está sorrindo para a câmera e outra logo após, quando a pessoa normalmente recupera a naturalidade. Outra maneira seria contar uma piada engraçada ou fazer alguma graça, fazendo a pessoa sorrir espontaneamente.

    Os três tipos gerais de retratos são: close-ups, fotos da parte superior do corpo e retratos que envolvem o meio (onde você foca tanto a pessoa quanto o meio onde ela vive, resumindo o seu caráter e personalidade).

Close-ups
    Uma das coisas que mais importantes na hora de retratar alguém é a capacidade que temos para captar a expressão desta pessoa, e os close-ups são melhor opção. Normalmente enquadram os ombros e a cabeça da pessoa. O erro mais comum cometido pelo fotógrafo é que ele não está próximo o suficiente aos seus assuntos. Em alguns casos, isso significa que o fotografado, o centro de interesse, é muito pequeno para ter algum impacto.

    É muito importante que a luz incida com um bom ângulo. Se você quiser acentuar as rugas ou pequenos detalhes, a luz deve ser lateral. Se quiser o contrário, pode tirar fotos em dias nublados, quando a luz é difusa, e por isto não há sombras

Foto de solofotones


Sempre focalize os olhos
     Os olhos de uma pessoa são o elemento chave de um retrato, e devem ser o papel central (exceto em determinadas situações em que desejamos chamar a atenção a outras regiões). Eles representam o foco de maior impacto visual.

Utilize o flash para corrigir falhas (muito pessoal)
Ao se fotografar sob a luz do sol, é muito importante o uso do flash para preencher as regiões de sombra, principalmente no rosto. Esta simples técnica, chamada "flash de preenchimento", pode salvar a imagem.

Fotos de crianças e animais

Evite tirar retratos de crianças e animais enquadrando-os de cima para baixo. Para fotografá-los, tente se agachar, e fotografe com a câmera à altura de seus olhos.


Parte superior do corpo


São um pouco menos pessoais que as close-ups, e são o tipo de foto mais comumente utilizado para retratos. São mais fáceis de se obter resultados satisfatórios, principalmente porque a pessoa provavelmente se sentirá mais relaxada, e você pode incluir um pouco do fundo no enquadramento.




Preste atenção ao fundo


Ao se retratar alguém, tente utilizar fundos simples e que tenham um bom contraste em relação à pessoa. Evite fundos que contenham algo que possa distrair o observador. Utilize o
diafragma o mais aberto possível, para que o fundo fique bem desfocado. Este conjunto de ações ajudam para que não haja distrações, e para que toda a atenção esteja volta à pessoa.


Tire a pessoa do centro da foto


O enquadramento central também é um erro muito comum. Evite o máximo possível e descentralize a pessoa - em alguns casos, você pode colocá-la em um dos
terços da foto - e procure colocar seus olhos próximos aos pontos de ouro (pontos determinados pela regra dos terços).


Varie a pose


Para a foto não ficar sem graça e parecer mais natural, peça para a pessoa variar sua posição, virando levemente o rosto ou se movimentando.


Retratos que envolvem o meio


São retratos que nos introduz sobre a vida da pessoa, incluindo todo um cenário e nos mostrando o que elas fazem ou gostam de fazer: o tipo de casa que vivem e como a decoram, o tipo de trabalho que fazem e onde o fazem, etc. São comumente usados por fotojornalistas.


Foto de striatic


Fotos espontâneas: sendo discreto


Estas são um tipo de foto de pessoas que não têm conhecimento que estão sendo fotografadas, ou pelo menos que não estam posando para a câmera.


Você pode querer tirar fotos de pessoas em seus negócios, como um vendedor em um mercado. Nestes casos, você não deseja que ele pareça saber que está sendo fotografado. Muitas vezes as pessoas vão te ver e te ignorar, pois precisam se concentrar no que estão fazendo.

Se você estiver usando alguma
teleobjetiva, e está mantendo alguma distância da pessoa, pode demorar um pouco para que ela repare você. Você deve ser capaz de compor a sua imagem e obter a foto antes disso acontecer. Uma outra forma de ser discreto é estar no local por um tempo, suficiente para que as pessoas parem de prestar atenção em você.


Antecipando comportamentos


Conhecer a pessoa bem o suficiente para ser capaz de antecipar o que ela irá fazer é um elemento importante para que você não perca bons momentos. Observe-a cuidadosamente, e pense sobre a situação retratada: como ela pode agir? Então esteja com sua câmera preparada.


Foto de publikaccion



terça-feira, 28 de junho de 2011

Compreendendo a exposição

Na fotografia, há três elementos que se relacionam entre si e afetam diretamente uma imagem. Eles são:

1. ISO - a medida da sensibilidade do sensor à luz

2. Abertura - a intensidade da luz que incidirá sobre o sensor

3. Velocidade - o tempo que esta luz incidirá sobre o sensor

Qualquer alteração em um destes elementos irá impactar nos outros. Ou seja, você nunca pode isolar e dar atenção a somente um dos elementos, sempre deve alterar um pensando nos outros. A combinação deles determinará a exposição da imagem.

Por exemplo, quando aumentamos a velocidade, menos luz irá entrar, fazendo a imagem ficar sub-exposta. Então devemos compensar esta perda de luz aumentando a abertura ou aumentando o valor do ISO, de forma que a exposição final fique inalterada.

Para que você entenda melhor, compare a máquina fotofráfica a uma janela, com uma persiana que abre e fecha.

A abertura é o tamanho da janela. Quantos maior for, mais luz entrará na sala, e mais clara esta será.

A velocidade do obturador é o tempo que a persiana fica aberta. Quanto mais tempo ela permanecer aberta, mais luz entrará na sala.

Agora, imagine que você é o sensor da câmera, e que você está dentro desta sala usando óculos de sol. Seus olhos estarão menos sensíveis à luz que entra (neste caso, um baixo valor de ISO).

Existem diversas maneiras de aumentar a quantidade de luz que chega aos seus olhos: você pode aumentar o tempo que a persiana fica aberta (diminuir a velocidade), aumentar o tamanho da janela (aumentar a abertura) ou você pode retirar os seus óculos (aumentar o ISO). Esta não é a melhor maneira de explicar a exposição, mas o ajuda a pegar a idéia.

Há um esquema que se chama "Triângulo de exposição". Nele, são representados os três elementos:




Para se decidir em qual elemento ajustar, é preciso ter em mente o tipo de efeito desejado:


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Elemento
Mais luz
Menos luz
Efeito
Velocidade
Baixa velocidade
Alta velocidade
Velocidades mais lentas causam motion blur, e velocidades mais rápidas congelam a ação
Abertura
Grande abertura
(pequeno F/stop)
Pequena abertura
(grande F/stop)
Uma grande abertura produz uma pequena profundidade de campo (menor área em foco), e uma pequena abertura produz uma grande profundidade de campo (maior área em foco)
ISO
Altos valores ISO
(800 ou maior)
Baixos valores ISO
(100 ou 200)
Quanto maior o ISO, mais sensível o sensor será à luz, permitindo velocidades mais rápidas, pequenas aberturas ou ambos, e é especialmente bom para situações de pouca luz. Porém, altos valores ISO resultam em imagens muito granuladas, reduzindo a qualidade final


Dominar a exposição é algo que envolve muita prática, e é preciso experimentar e tentar os mais variados ajustes e efeitos.

sábado, 18 de junho de 2011

Prioridade à abertura e ao obturador


Nos outros tópicos, foi visto como a abertura do diafragma, a velocidade do obturador e a ISO interagem entre si e como eles determinam a exposição. Trabalhar com todos os três é um processo totalmente manual, sendo uma tarefa mais difícil de ser realizada por inicantes.

Agora, você irá conhecer os modos de prioridade, que são modos semi-manuais (ou semi-automáticos), um recurso que está disponível em todas as câmeras profissionais e em alguns outros modelos. Eles dão a você certo controle e garantem que suas fotos fiquem bem expostas, deixando que a câmera faça algumas decisões baseadas em seu ajuste. Por meio deste recurso, tudo fica mais rápido e fácil.

Prioridade à abertura

(Normalmente indicado por 'A', ou 'Av') Neste modo, você ajusta a abertura que deseja usar e a câmera decide qual velocidade é apropriada nas condições de luz do local onde você está fotografando.

Quando você poderá usar o modo de Prioridade à Abertura? Como foi visto, a abertura do diafragma terá impacto sobre a profundidade de campo, então você pode usar este modo quando desejar ajustar a profundidade de campo desejada.
Neste exemplo, o fotógrafo quis utilizar uma pequena profundidade de campo e selecionou uma grande abertura (f/1.4), deixando que a câmera escolhesse a velocidade apropriada para que a foto ficasse bem exposta (1/90seg).

Caso ele quisesse que toda a imagem fosse focalizada, escolheria uma pequena abertura (f/22 por exemplo), e a câmera ajustaria uma maior exposição para compensar.

Prioridade ao obturador

(Normalmente indicado por 'S' ou 'Tv') Neste modo, você ajusta a velocidade que deseja usar e a câmera decide qual a abertura apropriada.

Quando você poderá usar o modo de Prioridade ao obturador? Como foi visto, a velocidade do obturador determina como o movimento será capturado em suas fotos. Então, você pode usar este modo se desejar ter controle sobre como fotografar um assunto em movimento.






Por exemplo, se você ao fotografar um carro de corrida desejar congelar o momento, irá escolher uma alta velocidade (1/2000seg na primeira foto) e a câmera, levando em consideração a luz disponível, irá escolher uma abertura apropriada (f/5.6 na foto).

Porém, se você desejar um senso de movimento em sua foto adicionando 'Motion Blur', irá escolher uma velocidade mais baixa   (1/125seg na segunda foto) e a câmera escolherá uma abertura menor como resultado. 


O fotômetro

Para que a câmera faça estes ajustes, ela utiliza um recurso chamado "Fotômetro", que mede a quantidade de luz que entra pela objetiva e, por isto, está intimamente ligado à exposição e aos modos de prioridade. Para ver mais detalhes sobre o fotômetro e conhecer os modos de medição, em breve irei disponibilizar algo aprofundado.

Pratique

Como se pode perceber, além de permitir que se obtenha resultados criativos, estes modos possibilitam que os fotógrafos iniciantes compreendam, gradativamente, os efeitos da abertura e da velocidade na exposição. Então, veja como a câmera faz as mudanças para compensar seus ajustes, pois esta pode ser a melhor maneira de aprender sobre o assunto.


quinta-feira, 16 de junho de 2011

O mito dos megapixels


Quanto mais megapixels uma câmera tiver, melhor será, certo? ... Errado! Isto é um mito, no qual a maioria dos consumidores acredita devido ao marketing criado pelo mercado.

Vamos começar falando o que é exatamente um pixel. Um pixel é um ponto de cor, a menor unidade de uma imagem. Se você deseja ver um pixel, simplesmente dê zoom em uma foto usando um programa de edição ou visualização, e você verá inúmeros quadrados, que são os pixels.



Contagem de pixels

Expresso em megapixels, esta contagem é simplesmente a multiplicação do número de pixels na horizontal pelo número de pixels na vertical de uma imagem, ou seja, exatamente como o cálculo de uma área. A Canon EOS Rebel XT, por exemplo, tem 3456 X 2304, dando um resultado de 7.962.624 na multiplicação.... simplificadamente, 8MP.

Como este cálculo é semelhante ao cálculo de área de quadrados, para o dobro de megapixels (comparando-se 4MP e 8MP, por exemplo) temos um aumento de apenas 40% na largura e no comprimento. Pode parecer estranho, mas para comprar uma câmera capaz de gerar imagens com o dobro de tamanho que a sua atual, você precisaria encontrar uma com o quádruplo de megapixels. Por exemplo, as câmeras de 3MP têm 2048 pixels no comprimento, enquanto as de 12MP têm 4000 pixels, aproximadamente. Note que uma câmera de 12MP tem o dobro de resolução que uma de 3MP.
O mito
O mito dos megapixels foi iniciado pelos fabricantes de câmeras fotográficas, que passaram a usar estes números para enganar o consumidor e fazê-lo pensar que isto tem algo a ver com a qualidade. Aproveitando o fato de que um pequeno aumento de resolução linear resulta em um aumento enorme de resolução total em megapixels, os fabricantes lançam sempre novos modelos com mais e mais megapixels, se gabando com o quanto um modelo é melhor que o anterior mesmo com melhorias insignificantes. Este é um artifício usado pelos vendedores e fabricantes, fazendo-o sentir como se sua câmera atual já esteja ultrapassada e precise ser trocada.
  Na realidade, em câmeras compactas há uma grande limitação quanto à incidência de luz nas lentes devido ao tamanho reduzido das mesmas. E como os sensores das câmeras são produzidos em dimensões físicas padronizadas, ao aumentar-se o número de pixels dentro de uma área constante, cada pixel capta menos luz e gera mais ruído na imagem... Ou seja, uma câmera com menos megapixels pode ser capaz de gerar imagens com mais qualidade do que uma com mais megapixels!
Conclusão
Não julgue ou compare a qualidade de uma câmera com outra apenas olhando suas resoluções. Isto é apenas uma unidade de medida, e que interfere em grandes ampliações e no tamanho da impressão... Então fique atento, e na hora de escolher qual câmera comprar considere outros fatores, como os recursos que ela possui (zoom, armazenamento, bateria, filme e som, LCD, ergonomia, etc) para que possa atender melhor às suas necessidades.

domingo, 5 de junho de 2011

Os principais tipos de câmeras fotográficas

Atualmente, há no mercado uma infinidade de tipos de câmeras, com preços, funções e aplicações bem diversificados. Este grande número de opções é muito bom para os consumidores, mas isto pode acabar deixando em dúvida o fotógrafo iniciante ou qualquer um que esteja prestes a comprar uma câmera nova. 
 Conheça os principais tipos de câmeras fotográficas, das mais básicas e baratas às mais profissionais e caras:

Celular
A geração mais antiga de câmeras de celular, com resolução VGA, possuía uma tecnologia simples usada em webcams. As câmeras embutidas nos celulares mais avançados possuem tecnologia bem próxima à das câmeras ultracompactas. A geração atual, por exemplo, já possui modelos de mais de 5 megapixels.
Câmeras ultra-compactas

Como o próprio nome sugere, são câmeras super pequenas, e devido ao seu tamanho, são mais caras que as compactas. As lentes das ultra-compactas raramente oferecem zoom maior que 3 ou 4 vezes, e seus sensores costumam ser ainda menores que os já pequeninos utilizados nas compactas, ocasionando ainda mais ruído em valores de ISO mais altos.

Câmeras compactas

Atualmente, são as mais comuns no mercado e as mais vendidas nas lojas, por representarem a melhor relação custo/benefício. Sendo muito simples de usar e não tendo controles manuais (como as ultra-compactas), são as preferidas dos fotógrafos iniciantes e amadores, que desejam apenas apontar e disparar (point-and-shoot). O zoom varia de 3X a 5X, e têm até 12 megapixels.
Bridge (ponte)
  BRIDGE(PONTE)


São câmeras de transição entre as amadoras e as profissionais. Normalmente, têm operação básica, característico das compactas, mas além disso, possuem recursos avançados como opções manuais, zoom muito mais potente (é possível encontrar modelos com até 20X) e encaixe para outros acessórios, como flashes externos e lentes avulsas.

    Canon SX10 IS

SLR ou reflex

Câmeras utilizadas por profissionais e por amadores mais avançados. Nestes modelos, a imagem vista no visor óptico é vinda da lente e refletida internamete por um sistema de espelhos (ao contrário das compactas, que utilizam um visor com imagem separada da lente). As câmeras SLR possibilitam a troca das lentes, atendendo às exigências do fotógrafo em diversas situações diferentes.

Canon eos 1d MarkIII

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Entendendo os histogramas


Um histograma pode conter mais informações do que parece. É basicamente uma representação gráfica da distribuição da luz na imagem, e atualmente é o melhor amigo do fotógrafo digital, mas geralmente são ignorados por fotógrafos amadores.

A maioria das câmeras digitais podem gerar instantaneamente um histograma, ajudando muito fotógrafos a fazerem os ajustes necessários e garantirem uma exposição ideal.

Distribuição dos tons




Tipicamente, o sensor de uma câmera digital é feito para ver uma escala de 256 tons. O zero representa preto puro, 255 é o branco puro, e entre estes valores temos diversas tonalidade de cinza. O tamanho do gráfico indica o número de pixels que possuem determinado tom.

Veja o seguinte exemplo:


Figura 1


Figura 2





Acima temos a mesma foto tirada com duas exposições diferentes. Na primeira, usou-se 1/2000s, e na segunda, 1/200s. O primeiro histograma possui um grande tamanho na área escura, mostrando que a imagem está subexposta, enquanto o segundo possui um grande tamanho na área clara, mostrando que a imagem está superexposta, e em ambos os casos há uma grande perda de detalhes.

Existem algumas exceções nas quais não podemos nos orientar pelos histogramas, como em fotos de pôr-do-sol por exemplo, que tipicamente possuem muitas regiões escuras.

O display LCD de sua câmera não será capaz de revelar todas as informações sobre a sua foto, e o histograma servirá como um ótimo complemento! Como pudemos ver, este simples gáfico foi capaz de indicar informações muito importantes, e pode ser muito útil para um fotógrafo que saiba analisá-lo.




domingo, 29 de maio de 2011

O obturador e os efeitos de exposição

O obturador é um dispositivo mecânico que controla a quantidade de luz penetrante na câmera através de uma "cortina". Ao acionarmos o disparador, o obturador permite que a luz passe e seja captada pelo sensor digital ou pelo filme, por um tempo ajustável. Quanto maior o tempo, mais luz alcançará o elemento sensível.

Este controle de tempo é chamado de "Tempo de exposição" ou "Velocidade do obturador". Habitualmente, os tempos de exposição variam desde segundos a milésimos de segundos, representados por frações. Os tempos mais usuais são:

...4, 2, 1, 1/2, 1/4, 1/8, 1/15, 1/30, 1/60, 1/125, 1/250, 1/500, 1/1000, 1/2000...

Em
câmeras automáticas, a velocidade é controlada automaticamente pela máquina, que mede a intensidade da luz no local e ajusta velocidades suficientes para evitar fotos borradas ou tremidas (ajustando tampém outras variáveis). Já em câmeras manuais, temos total controle sobre a velocidade do obturador, permitindo-nos criar novos efeitos nas fotografias que serão vistos daqui a pouco.

Na maioria das câmeras digitais atuais, existe um recurso que nos possibilita analisar se a exposição de uma foto foi feita de forma
eficaz. Este recurso é chamado de histograma, e mais informações a respeito podem ser encontradas em sua página.

Os efeitos da exposição
Em fotografias noturnas, é possível ver claramente a diferença entre os tempos de exposição escolhidos. Para este tipo de fotografia, longas exposições permitem fotos com muito mais
qualidade.

Preste atenção às seguintes fotos: para a primeira, foi usado uma exposição de 1,6 segundos, enquanto na segunda foi usado 10 segundos, muito mais clara e detalhada.

Tendo controle sobre o tempo de exposição e usando a criatividade, é possível se fazer fotos com os mais variados efeitos. No exemplo a seguir, note a diferença entre as duas velocidades escolhidas. Para a primeira, foi usado uma exposição de 1/4000 segundos, tão rápida que foi capaz de congelar as asas do beijá-flor. Para a segunda, utilizou-se uma velocidade um pouco mais lenta, de 1/250:


Para fotos de água corrente, fotos urbanas e outras situações, os efeitos podem ser maravilhosos! Confira o que é possível fazer com longas exposições:

quarta-feira, 18 de maio de 2011

O QUE É ISO?


Em fotografia analógica, ISO (ou ASA) é a indicação do quão sensível é o filme para a luz, sendo representado por números (100, 200, 400, 800...). Quanto menor o número, menor a sensibilidade do filme para a luz, e menos granulada sua imagem será.

Em fotografia digital, o ISO mede a sensibilidade do sensor, e o mesmo princípio aplicado à fotografia analógica é aplicado na fotografia digital. Altos valores de ISO são geralmente usados em situações de pouquíssima luz, para se usar tempos de exposição menores, e assim, não obter fotos borradas ou tremidas. Mas o custo será a obtenção de fotos com mais ruído.

Observe as duas imagens a seguir:

A primeira foto foi tirada usando um ISO 100, enquanto a segundo foi tirada com um ISO 3200. Comparando-as, é possível ver que as fotos tiradas com valores de ISO baixos são muito mais limpas e suaves. O ISO 100 geralmente é aceito como 'normal', e irá lhe proporcionar fotos com baixas taxas de ruído.
  Ao selecionar um ISO específico, isto terá impactos na abertura e na velocidade do obsturador necessários para se ter fotos bem expostas. Por exemplo, se você mudar seu ISO de 100 para 400, você notará que velocidades mais altas poderão ser usadas e/ou aberturas menores. Se estiver em dúvida, e não sabe qual ISO usar, faça para si mesmo as seguintes perguntas que poderão te ajudar:  - Estou segurando a câmera ou usando um tripé? - Ao utilizar o tripé, você terá mais estabilidade, então poderá usar tempos de exposição inferiores, permitindo baixar o ISO.  - O assunto está em movimento? - Se o seu assunto está parado, e a máquina está apoiada em um tripé, poderão ser usandos baixos valores de ISO.  - Preciso de profundidade de campo? - Caso você não precise de grandes profundidades de campo, você poderá aumentar a abertura do diafragma, permitindo valores de ISO baixos.  - Em qual tamanho usarei a foto? - Caso você não vá utilizar a foto em grandes tamanhos, como em grandes impressões, você poderá usar valores de ISO mais altos, pois o ruído provocado pode não ser perceptível em pequenos tamanhos.  Note que isto se aplica somente aos casos em que os modos manual ou semi-automáticos estiverem sendo usados. Quando o modo automático é selecionado, a câmera irá selecionar o menor valor de ISO possível para você. Experimente diferentes configurações e compare os resultados obtidos, pois eles podem variar muito em diferentes modelos de câmeras. Em geral, as câmeras compactas geram muito mais ruído que as profissonais, principalmente devido às suas dimensões reduzidas. Como seus sensores são pequenos, cada pixel capta menos luz, gerando imagens mais granuladas.  O ISO é um aspecto muito importante na fotografia, e é necessário que você o conheça para ter maior controle sobre sua câmera e sobre a qualidade de suas fotos.  

sexta-feira, 13 de maio de 2011

O Fator de corte das câmeras digitais


O fator de corte (ou crop factor) é uma questão que muitas pessoas não compreendem, mas que se trata de um assunto fácil de se entender.

Na época das câmeras de filme, a área da película que capturava as imagens em uma SLR tinha um tamanho padrão de 35mm, mas nas câmeras digitais nem todos os sensores possuem o mesmo tamanho. A fabricação de sensores de medida similar à de uma película de 35mm é muito cara, e hoje somente são utilizados em câmeras de ponta. Os sensores menores são bastante utilizados, e por isso foi criado o Fator de Corte, um fator de multiplicação da distância focal. Por isto, uma mesma objetiva pode se comportar de forma diferente em câmeras diferentes.

Como exemplo, observe estas duas imagens abaixo, ambas fotografadas com uma lente 50mm: na primeira, foi utilizada uma Canon 300D, que possui um fator de corte de 1.6x. Já na segunda foto, foi utilizada uma Canon 5D, que não possui fator de corte por ter um sensor equivalente a 35mm (chamada de Full Frame).

Como a primeira câmera possui fator de corte de 1.6x, a lente de 50mm na verdade se comporta equivalentemente a uma de 80mm (50x1.6) em uma Full Frame ou em uma analógica de 35mm. Isto ocorre justamente por causa do tamanho menor do sensor, que aproveita uma menor área da luz projetada pela objetiva sobre ele. Por este motivo, este fator pode ser prejudicial aos fotógrafos que utilizam objetivas grande-angulares, que podem se comportar como uma tele.


As câmeras Full Frame geram imagens muito mais limpas, com pouquíssimo ruído(falaremos de ruído), mesmo com o uso de valores de ISO altos, mas tendem a produzir bordas um pouco escuras.

Veja alguns outros exemplos de como cada distância focal se comporta em diferentes fatores de corte:



Fatores de corte de 1.5x e 1.6x são os mais comuns entre as câmeras atuais. Especialmente para as câmeras com sensores menores, a Canon utiliza lentes menores e mais leves, da linha EF-S, que são incompatíveis com Full frames.

Este fator é muito importante, e deve ser levado em conta no momento em que você estiver comprando uma objetiva ou uma nova câmera. Analise as opções, e escolha o equipamento de acordo com as suas necessidades.




FotografiaOnline

terça-feira, 10 de maio de 2011

Abaixo algumas dicas para que suas fotos saiam legais

  • Seja espontânea




  • Faça poses naturais sem forçar a barra




  • Tire fotos com poses bem malucas




  • Para a galera jovem fica bonitinho tirar fotos com ursos de pelúcia, fantasias, com chiclete, pirulito, com comida, de costas, em pé, sentada, deitada, mostrando a língua.




  • Não faça a mesma pose em todas as fotos, e não faça pose e nem tire fotos com roupas vulgares!




  • Tire fotos com roupas muito coloridas, azul, vermelho, amarelo, verde!



    • Não tire milhões de fotos com a mesma roupa, varie!
    • Tirar fotos em grama, ou lugares que tem bastante verde é ótimo!
    • Tire fotos ao ar livre, na escola, no shopping, no parque, você que escolhe!
    • Não tire muitas fotos com o mesmo cabelo!
    • Varie, com chapinha, tranças, solto, preso, flor no cabelo.
    • Mas não exagere, pois pode ficar estranha!
    • Não tire fotos escuras
    • Mostre bem seu rosto em suas fotos
    • Tire fotos com óculos e acessórios em geral.
    • Meio rosto também fica legal
    • Pulando na grama e piscina
    • Deitada no chão, pegando apenas o corpo.
    • Fotos engraçadas estão super na moda.
    • Procure se arrumar bem e fazer poses diferentes.
    Foto na balada, com os amigos, em festa, o importante é fazer sempre um ar natural e se sentir confiante.
    Fazendo caras e bocas, se sentindo bem, o que importa é a atitude.
    Pegue a máquina e boas poses!

    quinta-feira, 31 de março de 2011

    Fotografando silhueta em estúdio

    O objetivo da silhueta é mostrar o contorno do que será fotografado. Quando se fotografa silhueta voltamos toda a atenção para a forma; é importante achar o melhor angulo para que a foto tenha sentido, forma correta.
    Existem varias combinações de luz que formam a silhueta. Essas são válidas, tanto para estudio, como para fotos externas com luz natural. O segredo é simples: o mais comum e encher o fundo de luz, deixando o "motivo"(pessoa, coisa, ou objeto) sem luz. Para fazer isso com luz natural é a mesma coisa.– fotografando contra o sol, por exemplo – ou “artificialmente” – apontando o seu flash ou fonte de luz para o fundo. É fundamental que o assunto esteja em posicao que evidencie as formas. Não tem sentido fazer uma foto de Gestante de frente, né?

    A silhueta invertida, você coloca uma tocha atrás da modelo com a luz direcionada para ela. pode tambem nao esconder totalmente a tocha, deixar vazar um pouco de luz, tambem fica legal. Muita gente(fotografos)não gosta e até consideram um erro. Isso é pessoal.

    ou a velha e clássica silhueta que se ilumina totalmente o fundo. Exemplo da luz artificial, apontando para o fundo. Você pode usar uma ou mais fontes de luz dependendo do efeito desejado.


    Abaixo temos o uso da luz natural.  Apenas o fundo precisa da Luz.

    Na luz artificial você pode acrescentar flash se quiser, isso vai muito de estilo; tipo que mais uma luz iria ressaltar mais os contornos.

      Acima temos a silhueta que mais gosto de usar.. a meia sombra e a meia luz..
    Vlw galera.

    segunda-feira, 28 de março de 2011

    21 razões para se casar com um fotógrafo

    Resposta da Mônica Canejo, do blog "Uma mulher de vestido" (www.umamulherdevestido.blogspost.com) ao post do Clicio "50 razões para não casar com um fotógrafo" (www.clicio.com.br/blog).

    Mônica já se relacionou com três fotógrafos e diz em seu blog que não irá namorar mais nenhum.



    1 - Fotógrafos, mesmo os mais tímidos, são sempre galantes. Faz um bem pro ego!

    2 - Seus pais nunca vão reclamar que você casou com um vagabundo: ele pode não ter emprego, mas estará sempre trabalhando.

    3 - E se ele for um fotojornalista que vai para guerras e coisas do tipo, vai conseguir respeito até daquela sua tia mais careta, que invoca com o jeito esquisitão que ele tem (tá certo que o cara demora meses para perceber que precisa aparar o cabelo e a barba, mas, afinal, qual o problema de alguém se parecer com o Capitão Caverna quando é capaz de arriscar a vida desta forma, né?).

    4 - Se fotógrafos não dão carona para o casal de amigos porque o banco do carro tá cheio de equipamentos, também não dão carona para aquele cara folgado, que vai insistir para vocês desviarem em quilômetros o caminho só para deixá-lo na porta de casa.

    5 - E como o porta malas também tá sempre cheio, você é obrigada a fazer malas exíguas, que levem apenas o essencial. Ótimo aprendizado para quando for viajar sozinha: vai poder carregar suas malas sem esforço.

    6 - Ir ao cinema fica bem melhor. Você aprende a observar outras coisas - além do roteiro e da fina estampa do galã - como movimentos de câmera, enquadramentos e iluminação.

    7 - Na verdade, tudo pode ter uma nova cara: o fundo da lata de cerveja, a silhueta da antena do vizinho, a gota de orvalho no brotinho da samambaia... você vai começar a botar reparo em coisas que nunca tinham tido a mínima importância na sua vida.

    8 - São melhores conselheiros na hora de escolher uma roupa do que as amigas. Elas sabem o que está na moda. Eles sabem o que realmente fica bem em você.

    9 - Esta regra também vale para os cabelos, a maquiagem e a cor do esmalte. Eu sei... o cinza arábia tá na moda e suas amigas adoram. Mas se ele disser que “parece que você não tem mais a ponta dos dedos”, dê o vidrinho recém comprado para a sua sobrinha modernete. Ele deve estar certo.

    10 - Eles gastam todo dinheiro em equipamento. Mas isto é melhor do que gastar em outras coisas, né? Imagina ser casada com alguém que gasta tudo na coleção de dvds de axé!

    11 - Fotógrafos são movidos à paixão. Se está com você, é porque você é apaixonante, mesmo que eles nunca digam.

    12 - Também estão sempre procurando beleza. Então, seguindo o raciocínio do item anteriror, você deve ter uma beleza especial (isto eles até dizem). Mesmo que ele esteja cercado de modelos lindas, sensuais e – obviamente- mais bonitas que você.

    13 - Pense nisto também na hora em que o flagrar olhando descaradamente para outra mulher: melhor do que fazer uma cena de ciúme, é dizer (mentir?) para si mesma que ele só está olhando por uma questão estética (ele é um esteta nato!).

    14 - A maioria dos fotógrafos precisa viajar a trabalho, pelo menos de de vez em quando. E, a menos que você trabalhe com ele, sobra tempo para se encontrar com as amigas solteiras e ficar hooooras falando sobre aqueles assuntos que nós adoramos mas que evitamos na presença deles.

    15 - Fotógrafos são exigentes. Mesmo que o restaurante que ele insiste em ir seja um muquifo com toalhas de plástico, a comida deve ser ótima.

    16 - Fotógrafos têm sempre algo para te ensinar. Mesmo que sejam nomes esquisitos que mais ninguém conhece. Como Gurski. Scheimpflug. László Moholy-Nagy.

    17 - Se você acha importante manter o diálogo, fique tranquila: nunca vai faltar conversa neste relacionamento. Por via das dúvidas, mantenha-se informada sobre o mundo da fotografia: talvez o tema das conversas não varie muito.

    18 - Se você gosta de fotografia, tem uma ótima oportunidade de aprender muitas coisas observando sua postura profissional. Eu disse ‘observando’. Não fiquem na ilusão de que ele vai te emprestar lentes ou te ensinar a usar o flash: se o teu interesse é técnica, faça um curso. Ele, no máximo, vai querer te ensinar outras coisas, como a subjetividade narrativa cinematrográfica implícita nos enquadramentos de Sergei Eisenstein ou a importância da documentalidade dentro do contexto contemporâneo numa sociedade saturada pelo excesso de imagens cuja banalização da fotografia beira... Enfim, abra bem os olhos, balance a cabeça concordando (concorde sempre) e se matricule num curso o mais rápido possível.

    19 - Seus retratos serão retocados: acabou aquela estória de por seu cachorrinho no avatar do Tweeter porque não ficou bem na foto. As pessoas podem até não te reconhecer, mas que você vai ficar bem, isto vai!

    20 - As fotos de corpo também podem virar uma montagem. Se ele puser o corpo de uma gostosona embaixo do seu rosto, guarde com cuidado. Se vocês se separarem, você pode usá-las num daqueles sites de ‘paquera’ quando estiver afim de ter outro namorado (e, se na hora de se conhecerem pessoalmente, ficar muito visível que você tá com vários quilos a mais, invente que está tomando um anticoncepcional que retém liquidos).

    21 - Se você conseguir manter o casamento até a velhice não vai ter que se lidar com um marido aposentado na poltrona assistindo Datena e reclamando dos jovens de hoje em dia. Fotógrafos não se aposentam. E estão sempre cercados pelos jovens de hoje em dia, que ficam pedindo opinão sobre seus próprios trabalhos. Ah, eles também não assistem o Datena: o cenário é feio.

    li aqui, e adorei o blog!Recomendo

    Os 5 erros mais comuns ao aprender a fotografar

    Cada dia a fotografia fica mais acessível e eu fico mais feliz com isso. Mais pessoas podem se apaixonar e usar a fotografia como método de relaxamento, como hobbie ou como trabalho. Porém o processo de aprendizado é cheio de erros (que eu prefiro chamar de equívocos.) E não pense que esses equívocos são cometidos somente por quem está “começando” – nananica não! O primeiro erro é justamente esse:


    1. Achar que o aprendizado tem data para terminar

    Vejo muitos fotógrafos achando que ao completar um curso eles já não precisam mais estudar… ah, se fosse fácil desse jeito! Não existe nada nesse mundo de aprendizado finito. Todo conhecimento é elástico, muda, cresce… e é vasto. Tão vasto que, como diz o ditado, “tudo que você vai aprender na vida toda ainda não vai chegar aos pés de tudo que existe para aprender.” E a fotografia não é exceção.

    2. Achar que a fotografia depende só do equipamento…

    Esse é o erro mais clássico (e, como dá para perceber, gosto de bater nesta mesma tecla) mas que mais se repete. Ter uma câmera foda não faz de ninguém um fotógrafo foda. Assim como ter uma cozinha com as tecnologias e marcas mais incríveis não faz de ninguém um Chef

    3. …ou achar que a fotografia só depende do olhar.


    Sabe quando ninguém sabe o que culpar e culpa o “sistema”? Na fotografia esse “objeto” subjetivo chama-se olhar. Esqueça a palavra “olhar.” Estamos criando imagens que, dependendo do uso final, precisam de técnicas, estudos, embasamentos e lógicas específicos. Até a arte, que a princípio parece ser puro caos, tem lógica. E isso também vale para a questão do equipamento: é claro que tendo como objetivo ser um profissional você precisará de equipamentos que permitam a velocidade e qualidade que o mercado necessita. Então lembre-se: não são somente aqueles com dom ou sorte que possuem o tal “olhar fotográfico”, e sim aqueles que estudam e correm atrás disso. O olhar tem lógica e pode (deve) ser aprendido.
    Plinio

    4. Querer saber de tudo um pouco


    Eu notei uma evolução tremenda quando desisti de fotografar tudo para focar nos retratos. Ainda fotografo um pouco de paisagens, ainda fotografo um pouco de produtos, ainda fotografo um pouco disso e daquilo em viagens ou até ensaios de retratos (“técnica mista”.) Mas parei de tentar ser uma especialista naquilo que não preciso. O que eu mais gosto é de retratos. Então quanto mais tempo eu puder dedicar ao estudo na minha área de maior interesse melhores serão minhas fotos! Eu não preciso de fotos com qualidade de National Geographic das minhas viagens. E isso leva ao último ponto…

    5. Fotografar ao invés de aproveitar a vida


    Toda lista de “coisas a fazer para aprender a fotografar” diz que você deve levar sua câmera para todos os lugares. Eu mesma já falei sobre isso aqui. Mas, por favor, tome cuidado com isso. Quando menos percebemos estamos fotografando tudo e não estamos aproveitando nada. Ao viajar, por exemplo, tire algumas fotos bonitas e depois guarde a câmera bem guardadinha para ir aproveitar sua viagem! Aliás, ouso dizer: tire fotos feias! Use sua compacta, use seu celular… guarde suas recordações como “uma pessoa comum” – e você vai ver que, emocionalmente, elas terão o mesmo valor de uma foto toda pomposa.

    Cometi a maioria desses erros e confesso que fotografar é um enorme vício, mas o legal disso tudo é perceber onde está o seu erro. E você? Já sabe onde está errando?


    Li aqui e recomendo. Sou assinante e leitor assíduo

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